29 de jan de 2009

Comédia e metal...

[ A vida é como um bom disco de Heay Metal... ]

[ YEAH!!! ]

[ Se você levar a sério, acaba fazendo papel de ridiculo... ]

26 de jan de 2009

18 de jan de 2009

Renascer...

[ ...e eu quero que o teto caia sobre todos se eu estiver contando alguma mentira!!! ]

14 de jan de 2009

Quero ser igual você!

[ Ontem foi o Júlio... ]

[ Hoje será o Matheus... ]

[ Amanhã o Reginaldo... ]

[ To com a agenda cheia... ]

[ Mãe quero ser igual você quando crescer! ]

[ Claro que não Sandrinha!!! ]

[ Porquê mamãe? ]

[ Você é burra demais pra ser fisioterapeuta como a mamãe e vai acabar virando puta. ]

9 de jan de 2009

Black Kamen Festa

[ Vamo fazer uma suruba! ]

[ UHU!!! TO DENTRO!!! ]

[ Vai rolar fist fuck? ]

[ VAI! ]

[ Também quero!! ]

[ DUKARALHO!!! ]

8 de jan de 2009

Tem um tempo que pessoalmente eu não ponho piadas aqui, foda-se, mas continuem lendo isso

Uma crítica do Alcino Leite - crítico de moda da Folha - ao seriado Maysa. Bom, a parte que realmete importa é o Ps, que trasncrevo abaixo:

(...)

PS: A minha primeira crítica a "Maysa" provocou uma forte reação em leitores que gostaram do capítulo inicial da minissérie (leia os comentários deles em post abaixo). A maioria dos leitores ficou bastante raivosa com o que escrevi.

Alguns deles pareciam à beira da histeria, desfechando-me ataques pessoais, valendo-se do anonimato que a internet propicia. Eis os qualificativos que eles me atribuíram: invejoso, maledicente, bêbado, farsante, totonho (sic!), aberração, frustrado, metido a besta, recalcado, mal-amado, velho cafona, pseudointelectual, asno, ultrapassado, senhor urubulino... Risos!

Os xingamentos não me incomodam. Mas uma coisa me chamou a atenção nos comentários toscos que chegaram: o modo como boa parte dos leitores relaciona crítica e afetividade.

Explico. Eles associam o fato de eu não ter gostado da minissérie com a conjectura de que eu seria um "mal-amado". O que se deduz disso? Deduz-se, por analogia, que os que gostaram do seriado são bem-amados. Mas amados por quem? Pela própria televisão, que retribui a atenção que os espectadores dispensam ao programa enviando-lhes imagens sentimentais e reconfortadoras.

Criticar, portanto, seria o mesmo que recusar a relação de amor com a TV. Como eu sou mal-amado, eu também não sei amar o programa, eu não sei reconhecer o amor infinito que a televisão transmite (impressionante: a TV Globo seria não apenas um objeto de amor, mas também uma fonte de amor!).

Eis por que a televisão é tão rasa, e permanece tão distante da arte: ela precisa ser um comércio deste "amor", ou seja, ela deve negociar com as emoções convencionais dos espectadores, ela não pode perturbá-los profundamente, mas apenas trafegar na superfície sentimental dos dramas, a fim de, com seu tele-afeto, aliviar todos do tédio infinito em que vivem.

Bem, sabemos que a crítica não é isto. Ela não serve para reconfortar, para aliviar as dores cotidianas e para confirmar nossas idéias feitas. Se existe alguma coisa que pode evitar que nos transformemos em tele-idiotas, é a crítica.

Em segundo lugar, me chamou a atenção nos comentários a animosidade que muitos leitores manifestam em relação a um crítico de moda e à moda propriamente dita.

Já que sua preocupação é com estes adereços que cobrem as pessoas, o crítico de moda seria incapaz de mergulhar nas "profundezas" das pessoas (ou dos personagens de um seriado) e também não teria competência para entender a construção de um drama televisivo.

Numa escala hierárquica, o crítico de moda ocuparia o lugar mais baixo da crítica, na concepção de alguns leitores, pois ele se atém a esta coisa superficial, irrisória e efêmera, que são as roupas e os figurinos.

Eis um preconceito muito arraigado _e não apenas entre gente comum_ que merece a atenção dos profissionais da moda.

Bom né não? Com tanta desinformação, mediocridade, falta de contextualização e essas merdas que somos obrigados a enfrentar, ainda tem nego fazendo isso aqui ó:



Tem mais aqui e achei isso aqui.

5 de jan de 2009

DIA DE REIS!!

[ AMO CRIANÇAS!!! ]

[ O que o senhor disse? ]

[ ADORO CRIANÇAS!!! ]

[ Ok. Pode continuar... ]

[ Barulho de criança brincando, correndo, rindo... ]

[ Ei tio... ]

[ Quer chupar um pirulitão bem gostoso? Quer? ]



[ EU NÃO SOU PEDÓFILO!!!! Hoje é dia de Reis... ]

[ Ok. Pode continuar... ]

Trailler pornozinho safado e amador


Nailing Your Wife


yeah!

!

Ano-novo, slogan novo, site novo. Novas doenças serão descobertas, mais amigos vão morrer e vamos assistir o Radiohead tocar depois do Kraftwerk. Supimpa.

Vou falar de duas produções editoriais lindas que vi nesses dias. Primeira é o Angeli dia a dia, honesto em tempos de mortes na Faixa de gaza, saca só:



Depois a Aline do Adão na TV. Ficou meio cuzão em alguns momentos, faltara as palas gays do Pedro, mas lindo ver um quadrinho doido podendo pular pra fora do papel. Pena que logo pruma produção Global, que faz uns cortes(boicotes) em piadas mais engraçadas, justo as mais impublicáveis. Se estiver na dúvida, digo que a mina aparece de biquini.

1 de jan de 2009

Hoje na Tv Cultura

Hoje, 23h10 na TV Cultura, um filme pra todas as famílias brasileiras, principalmente aquelas que acham que matar bandidos é solução para a violência que ameaça seus filhos, e esquecem que nem só de tios e avôs pedófilos são feitos os traumas dos pimpolhos.



Dá-lhe Paulo Markun